Você já ouviu falar sobre vinhos veganos?

O especialista em vinhos, Marco Carbonari, é empresário e dono de uma vinícola renomada no interior do estado de São Paulo, a Villa Santa Maria. Localizada no Vale do Báu, próximo à cidade de Campos do Jordão, o local surgiu como uma forma de reunir a família, porém, com o tempo passou a se tornar um empreendimento pela qualidade e confiabilidade empregada no negócio, sucedendo, dessa maneira, um local que abria tradição e qualidade, com os mais variados tipos de vinhos.

Marco Carbonari iniciou seu amor e descobertas acerca do mundo dos vinhos logo cedo. Quando obteve idade suficiente para apreciar os mais deliciosos vinhos, rapidamente se propôs a conhecer mais sobre o assunto, além disso, como visto, sua família também promovia uma apreciação muito grande pela bebida, sendo assim, incentivo e qualidade não faltou para o empresário

Continuamente, há uma infinidade de vinhos dispostos nas gôndolas dos mercados, possuem propriedades únicas e estão cada vez mais em ascensão no gosto das pessoas ao redor do mundo. Marco Carbonari entende que por ser uma bebida milenar, traz consigo imensa tradição e cultura, consagrando-se em uma das bebidas mais consumidas em escala global. Dessa forma, não faltam elogios e benefícios quando o assunto são vinhos.

Como dito, há uma infinidade de vinhos das mais variadas formas, texturas sabores e aromas e nesse caso não seria diferente acerca dos vinhos veganos. Essa alcunha, a princípio, pode parecer redundante, tendo em vista que todos os vinhos são considerados veganos, pois o processo de obtenção da bebida é baseado no plantio de uvas, em que, posteriormente, perpassa pelo cultivo e confecção do vinho.

Contudo, o motivo pelo qual nem todo vinho é considerado vegano, diz respeito sobre a clarificação do vinho. O empresário Marco Antonio Carbonari elucida e explica acerca da clarificação que, na verdade, possui um conceito muito simples, baseado no processo de purificação da bebida.

Esse processo de purificação do vinho consiste na inserção de um agente filtrante nos tanques e barris em que se encontra a bebida. Esse processo busca promover uma aglutinação de possíveis elementos sólidos contidos no local para que, assim, o vinho possui um visual límpido, puro e com uma textura saborosa.

“Esse agente filtrante pode ser de origem animal ou mineral, como a gelatina e albumina, respectivamente”, fala Marco Carbonari. Dessa forma, confecções que são utilizadas agentes filtrantes de origem animal não são considerados como veganas, por mais que a matéria-prima não seja de origem animal, se no processo de obtenção da bebida, em algum nível ou estágio seja usado, para os veganos não são bebidas possíveis de serem consumidas.

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