Certificações e qualidade da carne brasileira no mercado internacional

Demidov Turgueniev
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Certificações e qualidade da carne brasileira no mercado internacional, tema analisado por João Eustáquio De Almeida Junior, destacando padrões, rastreabilidade e competitividade global.

De acordo com o empresário Joao Eustaquio de Almeida Junior, o futuro da pecuária brasileira depende diretamente da capacidade de atender às exigências de qualidade e certificações impostas pelo mercado internacional. Em um cenário global competitivo, onde consumidores estão cada vez mais atentos à origem e aos processos de produção da carne, investir em credibilidade se tornou essencial para ampliar a presença do Brasil no exterior.

Entenda como certificações e práticas de qualidade fortalecem a carne brasileira no mercado internacional.

A relevância das certificações para a carne brasileira

As certificações funcionam como um “passaporte” que garante ao comprador internacional a conformidade do produto com normas de qualidade, sustentabilidade e segurança alimentar. Segundo Joao Eustaquio de Almeida Junior, os selos de qualidade não são apenas requisitos burocráticos, mas sim ferramentas que aumentam o valor agregado da carne brasileira, expandindo sua aceitação em mercados exigentes como União Europeia, Ásia e Estados Unidos.

João Eustáquio De Almeida Junior aborda como as certificações elevam a qualidade da carne brasileira e fortalecem sua posição nos mercados internacionais.
João Eustáquio De Almeida Junior aborda como as certificações elevam a qualidade da carne brasileira e fortalecem sua posição nos mercados internacionais.

Tipos de certificações mais importantes

Existem diferentes tipos de certificações no setor pecuário, cada uma atendendo a aspectos específicos:

  • Certificação sanitária: assegura que o rebanho está livre de doenças e que o processo de abate segue padrões de higiene.

  • Certificação ambiental: comprova práticas sustentáveis, como o manejo correto de pastagens e a preservação de recursos naturais.

  • Certificação de bem-estar animal: garante condições adequadas de criação, transporte e abate, alinhando-se às demandas dos consumidores.

  • Certificações internacionais específicas: como a ISO 22000 (segurança de alimentos) e a GlobalG.A.P., voltada à produção sustentável.

Impacto econômico das certificações

Além de abrir portas em mercados restritos, as certificações aumentam o valor do produto. Carnes com selos de qualidade podem ser comercializadas a preços superiores, elevando a rentabilidade dos pecuaristas. O empresário Joao Eustaquio de Almeida Junior frisa que as certificações, quando bem aplicadas, se tornam investimentos com retorno garantido, pois ampliam margens de lucro e consolidam a imagem positiva do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal.

O papel da rastreabilidade e da tecnologia e a sustentabilidade como diferencial

A rastreabilidade permite que cada etapa do processo produtivo seja monitorada e registrada, operando com maior facilidade com as certificações. E o uso de tecnologias como Blockchain, Big Data e Inteligência Artificial fortalece esse controle e gera maior transparência. Essas inovações e tecnologias permitem ao consumidor, compradores e investidores saber como está a criação e produção dentro da área naquele produtor.

Já a sustentabilidade passou a ser condição de entrada em muitos mercados. Certificações que comprovam redução de emissões, uso consciente da água e preservação do solo colocam o Brasil em posição de destaque no fornecimento global. Como destaca Joao Eustaquio de Almeida Junior, alinhar produção pecuária, inovações e tecnologias, à sustentabilidade é a chave para conquistar a confiança do consumidor moderno e ter um crescimento saudável para o negócio.

Perspectivas futuras para a carne brasileira

O cenário aponta para uma tendência de crescimento nas exigências internacionais. Países importadores querem não apenas carne de qualidade, mas também informações detalhadas sobre a forma como ela foi produzida. Além de uma busca pela melhoria do meio ambiente que é influenciado pelos produtores. Nesse contexto, Joao Eustaquio de Almeida Junior aponta que o produtor brasileiro está pronto para investir em certificações, tornando-se mais preparado para acompanhar as mudanças de mercado e garantir sua competitividade no longo prazo.

Autor: Demidov Turgueniev

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